Luxúria
Isabella Taviani
Dobro os joelhos Quando você, me pega Me amassa, me quebra Me usa demais...
Perco as rédeas Quando você Demora, devora, implora Sempre por mais...
Eu sou navalha Cortando na carne Eu sou a boca Que a língua invade Sou o desejo Maldito e bendito Profano e covarde...
Desfaça assim de mim Que eu gosto e desgosto Me dobro, nem lhe cobro Rapaz! Ordene, não peça Muito me interessa A sua potência Seu calibre, seu gás...
Sou o encaixe O lacre violado E tantas pernas Por todos os lados Eu sou o preço Cobrado e bem pago Eu sou Um pecado capital...
Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Quero beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriar Minha febre...
Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Eu quero é beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriar Minha febre...
Desfaça assim de mim Que eu gosto e desgosto Me dobro, nem lhe cobro Rapaz! Ordene, não peça Muito me interessa A sua potência Seu calibre, seu gás...
Sou um encaixe O lacre violado E tantas pernas Por todos os lados Eu sou o preço Cobrado e bem pago Eu sou Um pecado capital...
Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Quero beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriar Minha febre...
Eu quero é derrapar Nas curvas do seu corpo Surpreender seus movimentos Virar o jogo Eu quero é beber, o que dele Escorre pela pele E nunca mais esfriar Nunca mais esfriar Nunca mais esfriar Minha febre...
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Escrito por Bel às 02h07
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Outro Mar
Isabella Taviani
Não digo mais nada É melhor ficar calada Que machucar seu coração
Palavras não desistem De alcançar o entendimento No nosso caso, discussão
E eu tenho medo O silêncio quer gritar Que me perdoe Eu não posso mais ficar Eu não quero mais
Abro as portas pra vida Pra ser vivida Abro os meus braços pro mundo Tô livre sem rumo Fecho meu corpo pra dor Porque ainda é cedo pra viver um novo amor
A festa acabou Meu vestido puiu Nosso copo secou Na última dança Pisei teu sapato A orquestra parou
E eu tenho medo O silêncio quer gritar Que me perdoe Eu não posso mais ficar Eu não quero mais
Abro as portas pra vida Pra ser vivida Abro os meus braços pro mundo To livre sem rumo Fecho meu corpo pra dor Porque ainda é cedo pra viver um novo amor
E quando essa hora chegar Impossível não saber Sou um rio correndo pro mar Para outro mar Para outro mar
Abri as portas da vida, louca vida Abri meus braços pro mundo Não to mais sem rumo Livrei meu corpo da dor Porque chegou a hora de viver um novo amor
Escrito por Bel às 01h55
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